Acontece o primeiro show de 2015

Por: Bianca Garcia

A primeira noite da 5º edição do PampaStock aconteceu na última sexta-feira, 10, contando com nove bandas de diversas cidades e quilometragens dentro do estado. Mas, as notas que abriram o festival soaram de um pandeiro com a banda São Borjense, Gente da Noite, samba de raiz. Logo após o rock tomou conta e invadiu as caixas de som e contagiou o público, com a banda de Bagé, Crivos Ilegais. O repertório que prolongou a madrugada teve sequência com as bandas Saci Pipê de Jaguarão, Downtown de Santa Maria, A Velha Máxima de Santana do Livramento, Reino Elétron de Passo Fundo, Espaços Vagos de Itaqui, Anacronos no espaço Covil do Rock de São Borja e She and The Wolves, com a galera do IFF campus São Borja.

Banda Gente da Noite. Foto: Bianca Garcia

Banda Gente da Noite. Foto: Bianca Garcia

 

Crivos Ilegais - Bianca Garcia

Crivos Ilegais. Foto: Bianca Garcia.

 

Dowtown. Foto: Bianca Garcia.

Dowtown. Foto: Bianca Garcia.

 

A Velha Máxima. Foto: Vitor Kellner.

A Velha Máxima. Foto: Vitor Kellner.

 

Reino Elétron. Foto: Bianca Garcia.

Reino Elétron. Foto: Bianca Garcia.

 

Espaços Vagos. Foto: Vitor Kellner.

Espaços Vagos. Foto: Vitor Kellner.

 

She and The Wolves. Foto: Vitor Kellner.

She and The Wolves. Foto: Vitor Kellner.

Para muitos além da estreia PampaStock no ano, foi também a estreia nos palcos do festival, como a Banda de Itaqui, Espaços Vagos. A vocalista Franciéle Romero sentiu na pele a ansiedade de soltar a voz, “Estamos bem ansiosos e vai ser muito legal esse evento. Vamos tocar cinco músicas autorais e duas dessas são estreia!”.

Já para os veteranos e vencedores do primeiro PampaStock, a noite foi de lançamento do primeiro disco da  Reino Elétron, de Passo Fundo, que trouxe ao festival o disco “Cosmo a olho nu”, veja o que a galera da banda tem a dizer sobre no vídeo abaixo:

Quem estava do outro lado do palco também prestigiou as novidades deste ano, “eu gostei muito de todas. Me surpreendi com a Gente da Noite, porque não gosto muito de samba, mas o show estava muito bom. A que eu realmente curti foi a Saci Pipê, que fez um som diferente, mais puxado pro reggae e agitou bastante o pessoal” afirma a estudante Bárbara Ramos, que na edição anterior também garantiu presença e nos relembra “A edição de 2014 foi menos movimentada, mas os shows estavam bem legais. O ruim foi que algumas bandas não conseguiram tocar, seja por atraso, ou motivos pessoais. Já na edição 2015 algumas bandas estavam pedindo para voltar e tocar, nisso já se nota a diferença. Esse ano estava bem mais animado e a qualidade das bandas seguiu muito boa”.

Saci Pipê. Foto: Bianca Garcia.

Saci Pipê. Foto: Bianca Garcia.

Assim como a organização do evento também pode conferir a aceitação da galera presente na primeira noite “No ano passado percebi que houve pouca aderência do público com o Momento Todas As Tribos, talvez por ter sido numa quinta-feira ou pelo fato de ser a primeira vez que o festival contemplou outros ritmos, mas acredito que o pessoal está mais aberto para um festival mais eclético. Particularmente, gostei muita da forma como foi conduzida esta edição” explica Flávio Sarmanho.

Além das atrações musicais o evento contou com a parceira da Loja Up e da GPS Net, que colaborou com brindes e internet aberta para quem foi conferir os shows.